A minha primeira viagem sozinho

Após um longo período sem visitar o Parque Nacional da Peneda Gerês, devido a fatores econômicos e sociais, consegui, finalmente, concretizar o meu sonho de visitar novamente este local magnífico.

 Uma viagem cansativa, de 2h, me esperava e eu nem tinha bem a noção do tempo que me ia manter a conduzir até chegar ao destino.

Nem sabia sequer qual o caminho a seguir... mas algo me fez mover hoje, apenas segui o meu instinto, aliado ao meu sonho, de rever estas paisagens únicas. Sem um verdadeiro GPS de carro para me orientar, sabia que ia ser uma tarefa muito arriscada, pois ia me afastar de casa cerca de 100 km e não ia ter ninguém a quem recorrer caso me perdesse ou tivesse algum problema.

 Mas como a minha vida ainda se mantém demasiado monótona, decidi partir para uma verdadeira aventura na qual jamais conseguiria prever o seu resultado.

Sem qualquer orientação, decidi fazer uma pequena pesquisa no Google Maps, filtrando os resultados por estradas sem portagens. Pretendia, assim, chegar através de estradas nacionais. Rapidamente encontrei um caminho que seria o mais adequado.

Precisava de um Gps para me orientar, no entanto não pretendia gastar dinheiro a comprar um Gps para o carro. Lembrei-me que o meu telemóvel Android tem o Google Maps instalado, fiz uma pequena pesquisa e descobri que o Google Maps me permite criar um mapa personalizado com a rota pretendida e guardar uma área do mapa em modo 'offline'.
 Assim podia aceder ao mapa sempre que pretendesse sem uma ligação á Internet e verificava se realmente me encontrava no caminho certo, sempre que necessário. Só havia um problema... a bateria do telemóvel só aguentava 30 minutos com o Gps ligado.

Como não tenho carregador de isqueiro, mas tenho um computador portátil, com uma bateria que dura 4h, decidi usar o portátil para carregar o telemóvel sempre que necessário, através de Usb. Eu não sabia se ia resultar ou não, pensava que sim... e nem pensei nas consequências desta 'engenhoca' falhar por algum motivo.

É mesmo assim uma aventura, não é?
Nunca pensei em nada, senão olhar para a frente e levar isto como uma grande missão, em que não podia falhar.

Publico assim algumas fotos desta minha aventura que começou e acabou bem.

A 'engenhoca' que me fez chegar ao destino:




Vilarinho das Furnas 29-03-2014











E finalmente vou descansar. Foram 4 horas de viagem, em que me perdi algumas vezes, mas acabei por encontrar o caminho sempre.

1 comentários:

Rúben Teixeira disse.... disse...

Rúben Teixeira disse....
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Eu vou comer no "sopas dos Pobres" tudos os dias! Putugal é um país pobre, mais eu gosto de ser racista para o Brasil, Angola, Cabo Verde e Espanhóis ... ignorância faz parte da minha cultura portuguêsa!!!

PUTUGAL e uma merda e verdade e verdade! Nao trabalhos pa os Velhos e os Jovems...e verdade e verdade! E racismo puro e muito desgraciado!
Rúben Teixeira disse....
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Eu vou comer no "sopas dos Pobres" tudos os dias! Putugal é um país pobre, mais eu gosto de ser racista para o Brasil, Angola, Cabo Verde e Espanhóis ... ignorância faz parte da minha cultura portuguêsa!!!

PUTUGAL e uma merda e verdade e verdade! Nao trabalhos pa os Velhos e os Jovems...e verdade e verdade! E racismo puro e muito desgraciado!
https://portugalisxenophobic.neocities.org/

ORGULHO e IGNORANCA DO PUTUGAL e NOSSO PATRIMONIO!!!!!!!!!!!!!
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